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Áreas Marinhas Protegidas em destaque na CMTV

O projeto BiodivAMP e as áreas marinhas protegidas foram recentemente tema central do Falar Global, o programa de ciência da CMTV. Durante quase nove minutos, a reportagem evidenciou a importância das Áreas Marinhas Protegidas para a preservação da biodiversidade, bem como a relevância da tecnologia enquanto ferramenta essencial para a monitorização dos ecossistemas marinhos.

 

Na peça da CMTV — além da menção ao novo portal Áreas Marinhas Protegidas — foram entrevistados especialistas na área, entre eles Gonçalo Silva (MARE-ISPA, coordenador do projeto BiodivAMP), Sofia Henriques (MARE-FCUL, consultora do BiodivAMP) e o professor Emanuel Gonçalves (MARE-ISPA, Fundação Oceano Azul), que salientaram a importância e os efeitos das AMP’s na biodiversidade marinha, o papel da ciência e da tecnologia na conservação da natureza e apontaram ameaças à proteção dos ambientes marinhos, como a falta de planos de gestão e fiscalização.

 

Veja a reportagem da CMTV aqui.

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Lançamento do BiodivAMP chega à comunicação social

O arranque do projeto BiodivAMP não passou despercebido aos meios de comunicação social, tendo sido destaque no Observador.

O jornal online evidenciou a criação do website do projeto e divulgou quais as próximas iniciativas do consórcio BiodivAMP: a preparação do Manual de Boas Práticas para a monitorização, gestão e governança de Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) na costa portuguesa; e o projeto-piloto de monitorização da biodiversidade.

O jornal de referência destacou ainda a importância das AMPs e a urgência em protegê-las, citando Gonçalo Silva, investigador do MARE—ISPA e responsável pelo projeto: “a criação de Áreas Marinhas Protegidas tem sido uma das ferramentas mais utilizadas para a conservação de habitats e recursos marinhos, regulando as diferentes atividades (…), mas a maioria é apenas moderadamente protegida, e em alguns casos nem existe qualquer monitorização ou gestão adequada”.

O projeto BiodivAMP – Desenvolvimento de Ferramentas para a Monitorização e Proteção de Biodiversidade em Áreas Marinhas Protegidas ao longo da Costa Portuguesa, foi lançado a 22 de setembro, numa reunião com todos os parceiros do consórcio e juntou os líderes do projeto – ISPA-Instituto Universitário e MARE –, bem como representantes da ANP|WWF, CCMAR, Câmara Municipal de Esposende, Ecoalga, Instituto Politécnico de Leiria, Museu de História Natural do Funchal e Naturalist.

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Projeto BiodivAMP oficialmente apresentado

Foi lançado publicamente o BiodivAMP – Desenvolvimento de Ferramentas para a Monitorização e Proteção de Biodiversidade em Áreas Marinhas Protegidas ao longo da Costa Portuguesa, mais especificamente no passado dia 22 de setembro. A apresentação aconteceu numa reunião com todos os parceiros do consórcio e juntou os líderes do projeto – ISPA-Instituto Universitário e MARE –, bem como representantes da ANP|WWF, CCMAR, Câmara Municipal de Esposende, Ecoalga, Instituto Politécnico de Leiria, Museu de História Natural do Funchal e Naturalist.

 

O projeto, financiado pelo Fundo Azul, tem como objetivo desenvolver ferramentas para monitorizar e proteger a biodiversidade em Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) ao longo da costa portuguesa. Nesse sentindo, o BiodivAMP criou este website, que pretende dar a conhecer as AMPs existentes em Portugal, demonstrar a sua importância e divulgar as iniciativas que estão a ser tomadas para as proteger. O arranque do BiodivAMP não passou despercebido nos meios de comunicação social, tendo sido destaque, por exemplo, no Observador.

 

Além do website, está a ser preparado um Manual de Boas Práticas para a monitorização, gestão e governança de AMPs na costa portuguesa, com o objetivo de disponibilizar aos stakeholders ferramentas para gerirem áreas marinhas de uma forma mais eficaz e sustentável.

 

O BiodivAMP tem ainda em curso um projeto-piloto inovador no terreno dirigido à monitorização da biodiversidade, onde estão a ser estudados os ecossistemas marinhos em seis AMPs nacionais: Litoral Norte, Berlengas, Parque Marinho Professor Luiz Saldanha (Parque Natural da Arrábida), Parque Marinho do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, Parque Marinho do Garajau (Madeira) e Parque Marinho do Canal Faial-Pico (Açores). Nestas seis AMPs vão ser recolhidas amostras de água e de solo para testar a presença de ADN ambiental (i.e. ADN de organismos marinhos livre no ambiente) e assim identificar, de forma indireta, que espécies estão presentes em cada AMP.

 

Os resultados deste estudo, assim como o Manual de Boas Práticas, serão oportunamente divulgados nesta secção, contribuindo assim para a sensibilização da importância das Áreas Marinhas Protegidas.