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Projeto BiodivAMP oficialmente apresentado

Foi lançado publicamente o BiodivAMP – Desenvolvimento de Ferramentas para a Monitorização e Proteção de Biodiversidade em Áreas Marinhas Protegidas ao longo da Costa Portuguesa, mais especificamente no passado dia 22 de setembro. A apresentação aconteceu numa reunião com todos os parceiros do consórcio e juntou os líderes do projeto – ISPA-Instituto Universitário e MARE –, bem como representantes da ANP|WWF, CCMAR, Câmara Municipal de Esposende, Ecoalga, Instituto Politécnico de Leiria, Museu de História Natural do Funchal e Naturalist.

 

O projeto, financiado pelo Fundo Azul, tem como objetivo desenvolver ferramentas para monitorizar e proteger a biodiversidade em Áreas Marinhas Protegidas (AMPs) ao longo da costa portuguesa. Nesse sentindo, o BiodivAMP criou este website, que pretende dar a conhecer as AMPs existentes em Portugal, demonstrar a sua importância e divulgar as iniciativas que estão a ser tomadas para as proteger. O arranque do BiodivAMP não passou despercebido nos meios de comunicação social, tendo sido destaque, por exemplo, no Observador.

 

Além do website, está a ser preparado um Manual de Boas Práticas para a monitorização, gestão e governança de AMPs na costa portuguesa, com o objetivo de disponibilizar aos stakeholders ferramentas para gerirem áreas marinhas de uma forma mais eficaz e sustentável.

 

O BiodivAMP tem ainda em curso um projeto-piloto inovador no terreno dirigido à monitorização da biodiversidade, onde estão a ser estudados os ecossistemas marinhos em seis AMPs nacionais: Litoral Norte, Berlengas, Parque Marinho Professor Luiz Saldanha (Parque Natural da Arrábida), Parque Marinho do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, Parque Marinho do Garajau (Madeira) e Parque Marinho do Canal Faial-Pico (Açores). Nestas seis AMPs vão ser recolhidas amostras de água e de solo para testar a presença de ADN ambiental (i.e. ADN de organismos marinhos livre no ambiente) e assim identificar, de forma indireta, que espécies estão presentes em cada AMP.

 

Os resultados deste estudo, assim como o Manual de Boas Práticas, serão oportunamente divulgados nesta secção, contribuindo assim para a sensibilização da importância das Áreas Marinhas Protegidas. 

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